quinta-feira, 25 de junho de 2015

Festa Junina 2015


     Nesta quarta-feira 24/06/2015 dia de São João, realizou-se a festa junina escolar, com apresentações diversas dos alunos, entre as quais destacaram-se as quadrilhas e teatros. Toda a comunidade foi convidada a participar do evento, bem como as escolas que fazem parte do município. Várias comidas típicas estavam a disposição de quem quisesse degustar.
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FORMAÇÃO CONTINUADA II ETAPA

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Drogas


         A E.E.B. Ouro Verde em parceria com o Conselho Tutelar está promovendo a conscientização e campanha contra as drogas, com folheto informativo para os alunos sobre o assunto, sobre os tipos causas e efeitos para o organismo, conceitos enfim, com o intuito de alertar os jovens dos inúmeros problemas de ordem orgânica e social que as drogas em si podem provocar.




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sexta-feira, 19 de junho de 2015

SAED

     Descrição das atividades realizadas com os alunos do SAED:
Leitura com interpretação e representação em forma de desenho;
Trilha:uma palavra forma mais uma, acrescentando mais uma letra;
Atividades com cores e formas, uma cor não pode encostar na outra;
Atividade de adição em dupla, um pergunta e o outro encontra o resultado.
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quinta-feira, 28 de maio de 2015

dia do meio ambiente


Reconstruindo o Meio Ambiente com Amor

     A busca de um desenvolvimento sustentável, que tenha como objetivo central a qualidade de vida, sem no entanto deixar de utilizar tecnologias modernas, é um desafio para os países em desenvolvimento, como o Brasil, que precisam produzir para aumentar e garantir o crescimento econômico, reduzir a pobreza e manter seu ambiente da melhor forma possível.

Marcos Rachwal Rachel Gueller Souza 

PREA - Programa de Educação Ambiental da Embrapa Florestas
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     As florestas naturais, embora renováveis, têm uma capacidade limitada de satisfação das necessidades humanas e, se superexploradas, podem ser levadas a um ponto de degradação irreversível. Em várias regiões essa situação já ocorreu, ocasionando inclusive bolsões de desertificação, em outras, a situação é gravíssima.
     “Há hoje uma flagrante disparidade entre o desenvolvimento do poder intelectual, o conhecimento científico e a qualidade tecnológica, por um lado, e a sabedoria, a espiritualidade e a ética, por outro” (Rebouças, 1989). Isto mostra que a sociedade vem ignorando, até mesmo menosprezando, as relações ecológicas diárias entre ela e a natureza, dando margem ao surgimento de uma catástrofe ambiental que poderá explodir num futuro não muito distante
      A busca de um desenvolvimento sustentável, que tenha como objetivo central a qualidade de vida, sem no entanto deixar de utilizar tecnologias modernas, é um desafio para os países em desenvolvimento, como o Brasil, que precisam produzir para aumentar e garantir o crescimento econômico, reduzir a pobreza e manter seu ambiente da melhor forma possível.
      Para o desenvolvimento desse novo paradigma há necessidade de que a educação e a cidadania sejam os principais caminhos a serem seguidos pela sociedade. Refletir e agir holisticamente passam a ser pontos cruciais para a nossa espécie. Para tanto, o ensino, a ciência e a tecnologia não podem se desvincular dos aspectos ambientais e sociais. É preciso resgatar o ser humano como parte essencial da natureza. A cada dia, crianças em idades cada vez mais tenras se desvinculando natureza em função da urbanização acelerada devido às transformações na forma de produção e dos mecanismos de atração das grandes cidades e metrópoles.
      As ferramentas e estratégias de educação ambiental passam a ter extrema importância para o resgate deste vínculo.
      Geralmente, o educador ambiental defende isoladamente o elemento natural com o qual trabalha (água, solo, ar, flora, fauna e ser humano), esquecendo-se não só de inserir-se como parte integrante do meio ambiente, como também de fazer as inter-relações entre estes elementos.
      Muitas vezes, a educação ambiental é realizada de maneira muito formal, fazendo da cabeça das pessoas um mero depósito de informações, acreditando que o simples contato com a nova informação desencadeia um processo interno de assimilação, processamento e aplicação prática de idéias, deixando de inserir o ser humano no ambiente.
      O conhecimento tem sido repassado sem considerar a essência humana. Encarar o ser humano, unicamente, como predador, culpando-o pela degradação ambiental, não abre portas para uma mudança de comportamento. É preciso alcançá-lo em sua plenitude, transformando-o em um reconstrutor da natureza, transmitindo e relacionando os conteúdos ambientais às necessidades e aspirações dos seres humanos.
       As informações técnicas aplicadas de forma isolada, desconectadas da realidade, desestimulam as pessoas a aplicarem o que aprenderam, o que não ocorre quando essas informações são associadas às suas emoções.
       Até agora estivemos andando na contramão, procurando salvar a natureza através do homem, esquecendo que só conseguiremos isto resgatando o homem através da natureza. O ensino que causa impacto é o que passa de um coração para o outro. Isto engloba a totalidade do ser, intelecto, emoção e vontade.
     Desta forma, é preciso atuar na educação ambiental com praticidade, simplicidade, naturalidade e, sobretudo, com amor.